Primeiro dia.
Nem lembrava mais como é acordar, e não ser acordado… Estava com saudades disto, saudades de quase tudo que não tenho mais, quase tudo que a minha mão não segura, ou que um dia alguém já segurou.
Ah! Aquelas chansons! Meu pai não as suporta, mas são elas quem me acalmam, descreve-las são de maneira impossível, mas o que eu sinto é único, Sigur Rós.
O dia reluz na janela, de cortinas antigas, um tanto empoeiradas, mas que fazem da sala um cinema. O sol lá fora pede uma caminhada, o dia em si me parece um convite, pois esse tempo ameno não é costume, muito menos esta brisa que passa no meu rosto.
Eu sinto, ah como eu sinto, que faltam peças em todos os quebra-cabeças que ilustram esse caminho tão diverso.
A primeira frase da primeira chanson que eu escuto é “Call Louise Louisa” isso é um sinal? Ou um pedido de que esse telefone toque e desperte um passado, que como o nome já me sugere, é passado?
Mas porque essas chansons cismam em me trair? Avalon é mais seguro que aqui. Se for, me tire desta cadeira e me leve para perto de seus olhos. Só para saber o que acontece aí do outro lado.
(…)
4 Maio, 2008 at 11:59 pm
Adorei!!!
*-*
Virei aqui sempre, concerteza!!
***isso se eu não tiver lapsos de memória e esquecer…***
Mas adorei a história, adoro histórias!!
*-*
5 Maio, 2008 at 1:08 am
Athene,
Agradecemos! volte sempre e deixe o link do seu blog pra ser anexado aqui!
volte sempre, terá boas surpresas!
^^
5 Maio, 2008 at 1:26 am
Então…
Não há muito o que dizer… Só digo que gostei da maneira que você escreve (pra variar). E diria também que você tem um jeito de escrever bem subjetivo, que dá bastante espaço para que quem esteja lendo pense de diversas formas.
Bom, não parem. Estarei eventualmente vindo aqui e lendo o que ambos postam.
Até mais.